Escola estruturalista

A escola estruturalista tem entre seus representantes, Max Weber,
Robert K. Merton, Alvin Gouldner e Amitai Etzioni. As idéias centrais dessa
escola são:

A organização do mundo moderno exige do homem uma
personalidade, flexível, resistente a frustrações, com capacidade de adiar a
recompensa e com desejo de realização pessoal.

Diferentemente das escolas Clássica e de Relações Humanas, que
defendia a harmonia natural de interesses e, da behavorista, que embora
admitisse a existência do conflito, acreditava na sua superação através da
integração das necessidades individuais às organizacionais, os estruturalistas
apontam que o conflito, além de necessário é inerente a determinados
aspectos da vida social, tendo em vista as tensões e os dilemas presentes nas
organizações.

Os incentivos para o bom desenvolvimento do trabalho, não basta ser,
apenas, de natureza econômica ou de natureza psicossocial, mas de ambas,
pois acreditam que elas influenciam-se mutuamente.