Arquivo mensais:setembro 2012

Escola sete indicadores da qualidade Educacional

Escola sete indicadores da qualidade Educacional. Para a escola ter quallidade, como diz o documento deve ter os sete indicadores de qualidade seguintes:

Sete indicadores da qualidade Educacional

Ambiente educativo

o ambiente deve ser interativo e educativo, de forma que os alunos se sintam confortavéis.

Prática pedagógica

o professor deve ter uma didática que permita mudanças de acordo commo momento, havendo com isso uma prática pedagógica de qualidade que seja flexivel.

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Avaliação

a avaliação deveria ser emancipatória, formal e informal ao mesmo tempo, o grande problema que temos com a avaliação é que ela e para dar nota, aprovar ou reprovar, se esta avaliação formal fosse feita com uma informal, de maneira articulada, teriamos mais aprendizado, do que memorização para tirar nota boa.

Gestão escolar democrática

a gestão de uma escola deve ser democratica dentro de um todo, em todos os sentidos.

Formação e condições de trabalho dos profissionais da escola

os professores são umas das categorias trabalhistas mais desvalorizadas do País, e sem valorização por parte dos governos, como esperar uma valorização por parte dos outros, o governo deveria investir mais em Educação do que com futilidades.

Espaço físico escolar

todos sabemos da realidades de nossas escolas, a exemplo as do Plano piloto, que não possuem um espaço físico adequado para as necessidades dos aluno.

Acesso, permanência e sucesso na escola

no Brasil já alcançamos quase 100% de acesso as escola de matrícula, o que ainda não conseguimos e fazer com que esses alunos permaneçam, por diversos motivos: trabalho, distancia, transporte, falta de interesse, etc. Já para um escola ter succeso depende se todos trabalham para que isso ocorra…Todos juntos-pais, alunos, professores, comunidade, direção, ou seja todos juntos para mudar a Educação do Brasil, e para ter uma Educação de qualidade. Escola sete indicadores da qualidade Educacional

ENCCEJA Presos e Condenados ou sob medidas socioeducativas

ENCCEJA Presos e Condenados ou sob medidas socioeducativas. As pessoas que se encontram privadas de liberdade na cadeia condenadas ou sob medidas socioeducativas também podem participar do exame. As inscrições são feitas pelo responsável pedagógico de cada unidade prisional ou socioeducativa, a partir do dia 27 de setembro até o dia 10 de outubro.

Para participar do exame, as unidades prisionais foram indicadas pelas Secretarias de Segurança Pública de cada estado ou pelos órgãos da administração penitenciária. No caso das unidades socioeducativas, a indicação foi feita pela Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Essas instituições indicaram também os responsáveis pedagógicos de cada unidade para serem responsáveis pelas inscrições e seu acompanhamento, inclusive pela solicitação de certificação.

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Os responsáveis pedagógicos terão acesso ao sistema de adesão das unidades e também ao sistema de inscrição desse público. É obrigatória, no momento da inscrição, a informação do número do registro da pessoa privada de liberdade ou do jovem sob medida socioeducativa na unidade.

O exame será realizado no dia 13 de maio.

Após a divulgação oficial dos resultados do exame, a pessoa privada de liberdade ou o jovem sob medida socioeducativa que obtiver a nota mínima indicada pelo Inep e a declaração de eliminação de componentes curriculares (por área de conhecimento), levando em consideração as resoluções próprias da Secretaria Estadual de Educação, indicada no momento da inscrição, poderá pleitear o certificado de conclusão de escolaridade.

O responsável pedagógico da unidade é o solicitante da certificação à secretaria educação bem como o responsável pela veracidade e atualização dos dados informados na inscrição.

FONTE: INEP

ENCCEJA As bases educacionais

ENCCEJA As bases educacionais. Os brasileiros têm ampliado sua escolaridade. É o que demonstra o Censo 2000, em recente divulgação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fato a comemorar é a ampla freqüência às escolas do nível fundamental que, no ano 2000, acolhiam 94,9% das crianças entre 7 e 14 anos.

ENCCEJA As bases educacionais

Pode-se afirmar, portanto, que o Ensino Fundamental, no Brasil, é quase universal para a faixa etária prevista e correspondente. Além disso, comparando-se dados de 1991 e 2000, há crescimento na freqüência escolar em todos os grupos de idade.

Persiste, entretanto, um contingente populacional jovem e adulto que carece da formação fundamental. Segundo o referido enso, 31,2% da população brasileira com mais de 10 anos de idade tem apenas até 3 anos de estudo; logo, cerca de um terço dos brasileiros (mais de 50 milhões de pessoas) não concluíram nem a primeira parte do Ensino Fundamental.

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Esses cidadãos que não tiveram possibilidades de completar seu processo regular de escolarização, em sua maioria, já são adultos, inseridos ou não no mundo do trabalho, e têm constituído diferentes saberes, por esforço próprio, em resposta às necessidades da vida. Nesse sentido, assinala-se, nos termos da Lei, o direito a cursos com identidade pedagógica própria àqueles que não puderam completar a alfabetização, mas, que, ao pertencerem a um mundo impregnado de escrita envolveram-se, de alguma forma, em práticas sociais da língua. É desse modo que se pode entender que o analfabeto possui um certo conhecimento das linguagens, ao assistir a um telejornal (que usa, em geral, a linguagem escrita, oralizada pelos locutores), ao ditar uma carta, ao apoiar-se numa lista mental de produtos a serem comprados ou ao reconhecer placas e outros sinais urbanos. Evidencia-se, assim, importância de reconhecer, como ponto de partida, que o estilo de vida nas sociedades urbanas modernas não permite grau zero de letramento.

Há uma possibilidade de “leitura do mundo” em todas as pessoas, até para aquelas sem nenhuma escolarização.

O Censo Escolar realizado pelo Inep indica um total de 3.410.830 matrículas em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em 1999. Desse total, mais ou menos 1.430.000 freqüentam cursos correspondentes ao segundo segmento do ensino fundamental, de 5ª a 8ª série.

Nesses cursos, encontra-se um público variado e heterogêneo, uma importante característica da EJA. Entre eles, há uma parcela dos jovens de 15 a 17 anos de idade freqüentando a escola e que, segundo o IBGE, representa quase 79% da população dessa faixa. Os demais 21%, por diversos motivos, mas principalmente por pressões ou contingências socioeconômicas, deixaram precocemente o ambiente escolar.

fonte: ENCCEJA livro do professor

Escola Behaviorista

Segundo a escola Behaviorista, os princípios administrativos adotados
na empresa, podem ser empregados em qualquer tipo de organização, e os
problemas administrativos devem ser tratados com objetividade.

Os principais representantes desta escola são Herbert Simon, Chester
Bernard, Eliliot Jaques e Chrie Argyris, e as suas ações são permeadas pelos
seguintes princípios:

O comportamento do homem é racional “apenas em relação a um
conjunto de dados característicos de determinada situação”; dados esses, que
são variáveis e resultantes do subjetivismo e do relativismo da própria
racionalidade. Nesse sentido, devem ser não apenas explicados, mas
determinados e previstos pela teoria.

O processo de tomada de decisão exige um tratamento metodológico
especial, tendo em vista a sua importância no processo administrativo.
Os problemas relacionados à autoridade exigem estudos especiais,
pois é necessário um tratamento que leve à aceitação das normas e ordens.
Assim, a autoridade, deve ser encarada como fenômeno psicológico e não
apenas legal.

A organização deve ser percebida como “um instrumento cooperativo
racional”, destacando, como a Escola de relações humanas, à organização
informal, enfatizando que a cooperação possibilitava a realização e satisfação
dos objetivos pessoais.

No entanto, a organização como sistema cooperativo, exige não
apenas conhecimento dos princípios que o regem, mas também, os princípios
da personalidade e da psicologia social

Escola estruturalista

A escola estruturalista tem entre seus representantes, Max Weber,
Robert K. Merton, Alvin Gouldner e Amitai Etzioni. As idéias centrais dessa
escola são:

A organização do mundo moderno exige do homem uma
personalidade, flexível, resistente a frustrações, com capacidade de adiar a
recompensa e com desejo de realização pessoal.

Diferentemente das escolas Clássica e de Relações Humanas, que
defendia a harmonia natural de interesses e, da behavorista, que embora
admitisse a existência do conflito, acreditava na sua superação através da
integração das necessidades individuais às organizacionais, os estruturalistas
apontam que o conflito, além de necessário é inerente a determinados
aspectos da vida social, tendo em vista as tensões e os dilemas presentes nas
organizações.

Os incentivos para o bom desenvolvimento do trabalho, não basta ser,
apenas, de natureza econômica ou de natureza psicossocial, mas de ambas,
pois acreditam que elas influenciam-se mutuamente.

Escola Clássica ou de Administração Científica

A Escola de Administração Científica tem em Henry Fayol e Frederick
W. Taylor seus principais representantes, sendo que o último é considerado
seu principal protagonista, pois foi quem desenvolveu métodos de organização
racional do trabalho, através da linha de montagem (produção em massa),
visando um aproveitamento máximo, do tempo, dos recursos humanos e
materiais e, consequentemente, a minimização dos gastos e maximização dos
lucros.

O princípio que norteia o pensamento dessa escola pode ser, segundo
Mota (1979), “resumido na afirmação de alguém será um bom administrador à medida que planejar cuidadosamente seus passos, que organizar e coordenar
racionalmente as atividades de seus subordinados e que souber comandar e
controlar tais atividades”. Nesse sentido, descreveremos a seguir as idéias
centrais desse movimento.

Sendo o homem um ser eminentemente racional, ao tomar uma
decisão conhece todos os cursos de ação disponíveis, como também as
conseqüências da sua opção. Podendo assim, escolher sempre a melhor
alternativa e maximizar os resultados de sua decisão. Segundo essa escola, os
valores do homem são tidos, a princípio, como econômicos.

O ponto máximo, na perspectiva de resultados, nesta perspectiva da
administração é a determinação da maneira correta e eficiente de execução do
trabalho, o que implica em análise e estudos detalhados.

O máximo de produção determinado pelo conhecimento do trabalho
implica em seleção de pessoal, treinamento e controle por supervisão, bem
como, o estabelecimento de um sistema de incentivos, no caso,
eminentemente, econômicos.
A organização é uma forma de se estruturar a empresa visando ao
máximo de produtividade, não sendo vista no sentido de sistema social.
A função do administrador é, fundamentalmente, determinar a maneira
certa de executar o trabalho.
No que tange a organização, esta escola fundamenta-se, segundo
Mota, nas seguintes idéias:

 Quanto mais dividido for o trabalho em uma organização, mais eficiente
será a empresa;
 Quanto mais o agrupamento de tarefas em departamentos obedecer ao
critério da semelhança de objetivos, mais eficiente será a empresa;
 Um pequeno número de subordinados para cada chefe e um alto grau
de centralização das decisões, de forma que o controle possa ser
cerrado e completo, tenderá a tornar as organizações mais eficientes;

PEDAGOGIA definição

A educação é um fenômeno antropológico fundamental e difuso. Toda sociedade educa e tudo na sociedade educa.

Mas com o tempo se foi tornando necessário criar espaços especificamente destinados a educar (e a aprender) de maneira mais atenta, mais metódica, mais sistemática.

A esses espaços se chamou “escola”. E nesse espaço se passou a realizar um trabalho educativo metódico, sistemático, “profissional”. A essa modalidade de ação educativa se dá o nome de PEDAGOGIA.

A pedagogia é um fazer educativo que tem permitido, ao longo dos séculos, a constituição de um saber específico. Esse saber pode ser estudado em sua evolução histórica e em suas diferentes formulações.

Aparecem, então, denominações como “pedagogia tradicional”, “pedagogias do conhecimento”, “pedagogias do sujeito”, e assim por diante. A pedagogia constitui a dimensão ou o momento da “tecnologia”, num sentido amplo, no contexto das organizações educativas.

É o momento da seleção dos métodos de educação ou de formação.

Qual a melhor maneira de ensinar/aprender os diferentes componentes de um currículo? As didáticas dizem como trtar cada asssunto. Mas a Pedagogia oferece a visão geral do processo formativo, sua filosofia.

A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA

As sociedades se foram complexificando ao longo da história. E com essa complexificação foram surgindo a divisão do trabalho e as especializações.

Essas especializações vão configurando espaços específicos. A esses espaços chamamos “organizações”:

vivemos num mundo de organizações – hospitais, fábricas, lojas, supermercados, repartições públicas.

Cada uma foi construída para uma finalidade, para produzir algo ou prestar um serviço. Assim foi criada essa organização chamada escola.

Educação

A educação é o longo processo (a paidéia) de socialização dos indivíduos, de modelagem ou fabricação de sua conformidade ao social.

É o processo pelo qual as sociedades se mantêm e se reproduzem enquanto sociedade. Foi assim que nós sobrevivemos e nos socializamos.

É possível, então, mudar a sociedade? Se a educação visa a um indivíduo conforme, pode haver uma educação para mudar essa sociedade? Em que condições?