Arquivos anuais: 2012

Locais de prova do Enem

Locais de prova do Enem. Os candidatos inscritos no Enem podem consultar os locais em que farão as provas, por meio dos cartões de confirmação que serão publicados no site.

O documento também será distribuído pelos Correios, com previsão de entrega no endereço informado pelo participante até 26 de outubro.

Locais de prova do Enem

Acesse o link LOCAIS DE PROVA ENEM.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela prova, se o candidato não receber o cartão em casa e não conseguir imprimir o documento por meio do site pode perguntar seu local de exame aos atendentes do telefone 0800 616161. A ligação só pode ser feita de telefone fixo ou público.

Para acessar o cartão no site do Enem, é preciso informar o número do CPF e a senha cadastrada no momento da inscrição. A senha pode ser recuperada no próprio site.

ENEM cartão de confirmação

O cartão de confirmação deve ser levado nos dias de prova, juntamente com um documento oficial com foto, como carteira de identidade ou de motorista. Os dados que o compõem são: número de inscrição; data, hora e local das provas; indicação do atendimento diferenciado ou do atendimento específico solicitado, e língua estrangeira escolhida pelo estudante.

Os candidatos que solicitaram atendimento especial podem saber como será a aplicação de suas provas no mesmo site, por meio de uma nota técnica que traz orientações aos participantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou mobilidade reduzida. Esses estudantes poderão contar com tempo adicional, durante o exame, de 60 minutos, dependendo do tipo e do grau de suas deficiências. Ao todo, 28,3 mil candidatos com deficiência solicitaram atendimento especial este ano.

Consulte as notas do IDEB

Consulte as notas do Ideb das escolas públicas brasileiras. Ferramenta criada pelo iG mostra as médias obtidas e as metas dos colégios, municípios e Estados desde 2007. Cada instituição tem duas avaliações: até a 4ª série e de 5ª a 8ª séries.

O Ideb mede a qualidade do ensino brasileiro, a partir de cada escola e rede de ensino. O indicador é calculado a partir do desempenho dos alunos em português e matemática e em taxas de aprovação. Em 2011, as médias nacionais foram maiores do que as metas estabelecidas para que o País cumpra o objetivo de chegar ao nível educacional de países desenvolvidos em 2021.

Acesse a ferramenta aqui.

Consulte as notas do IDEB

A nota das escolas públicas brasileiras foi divulgada pelO Ministério da Educação. Calculado a partir do desempenho dos alunos em português e matemática – Prova Brasil – e pela quantidade de estudantes aprovados em cada série, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de cada instituição é integrante da avaliação da qualidade do ensino nos municípios, redes de ensino, Estados e no Brasil.

IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

O iG desenvolveu uma ferramenta que mostra as notas de cada escola que participou da avaliação em 2007, 2009 e 2011, além das metas projetadas pelo governo para estes períodos. A consulta também possibilita comparar o desempenho da escola com o Ideb do município em que está situada, o Estado e a média geral do País. A avaliação do MEC é feita em três etapas: até a 4ª série, de 5ª a 8ª séries e ensino médio.

No entanto, apenas uma amostra das escolas da última etapa do ensino básico participa do Ideb. Por isso, nesta ferramenta, é possível ver os dados por escola apenas das duas avaliações do ensino fundamental. Da mesma forma, nem todas as escolas privadas participam do Ideb e não há dados por instituição sobre elas.

Lei das Cotas 10 questões fundamentais

A Lei das Cotas estabelece que 50% das vagas reservadas para alunos de escolas públicas sejam para estudantes de famílias com renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (R$ 933). De acordo com Mercadante, o aluno vai autodeclarar a sua renda, mas terá de comprová-la na fase seguinte. Continue lendo

Sobre a Lei das Cotas sociais

Lei das Cotas sociais. A presidente da república sancionou o projeto de lei que estabelece uma reserva de 50% das vagas nos processos seletivos de universidades e institutos federais para alunos que cursaram todo o ensino médio na escola pública.

A nova legislação cria uma única política de ação afirmativa, já que até hoje as instituições de ensino usavam diferentes modelos para garantir o acesso de grupos da população ao ensino superior.

Lei das cotas sociais e raciais

O projeto de lei tramitou por quatro anos no Congresso Nacional e foi aprovado pelo Senado no início de agosto. No MEC (Ministério da Educação) um grupo prepara a regulamentação da lei que estabelecerá algumas regras para que as a reserva de vagas possa ser colocada em prática. Mesmo depois de todo o debate, a Lei de Cotas ainda causa muitas dúvidas.

A lei ainda fixa que em cada instituição federal de ensino superior as vagas dos cotistas serão preenchidas por autodeclarados pretos, pardos e indígenas, em proporção no mínimo igual à verificada no Estado da instituição, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Regras para Lei das cotas sociais

As novas regras passam a valer para os processo seletivos de 2013. Mas a implantação da reserva de 50% das vagas para alunos de escola pública não será imediata: a lei estabelece um prazo de quatro anos para a universidade cumprir integralmente as novas regras. Portanto, o número de vagas reservadas deve crescer anualmente até o fim desse período, a critério de cada instituição.

Reitores discutim nova lei das cotas

Lei das cotas sociais. Cerca de 50 reitores de universidades federais estarão em Brasília na manhã desta terça-feira (9) para reunião do Conselho Pleno da Andifes (Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior). Será a primeira vez que o grupo debaterá a Lei 12.711/2012 – nova Lei de Cotas – que dispõe sobre o ingresso nas IFEs (instituições federais de ensino superior), desde que ela foi sancionada em 29 de agosto.

Lei das Cotas Sociais

Os reitores aguardam a publicação de decreto da presidenta Dilma Rousseff que regulamenta a aplicação da lei para dar sequência aos processos seletivos de novos alunos. Até o final da tarde desta segunda-feira (8), o documento ainda não havia chegado à Casa Civil para sanção da presidente. A proposta de decreto está sendo elaborada pelos ministros da Educação e da Justiça, Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, respectivamente, e pela secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros.

A expectativa da Andifes é que o decreto diminua as possibilidades de questionamentos jurídicos junto às universidades de todo o país. Nesta terça, os máximos representantes das universidades públicas brasileiras terão a oportunidade de compartilhar dificuldades e dúvidas sobre a implantação da nova lei. “O decreto se faz necessário porque o assunto é complexo. Se não fosse, a lei seria autoaplicável”, disse Gustavo Balduíno, secretário-executivo da Andifes.

Na semana passada, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que todas as IFEs devem reservar, já no próximo processo seletivo, 12,5% de suas vagas para alunos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas e sejam pretos, pardos e indígenas. Cada unidade da federação terá uma proporcionalidade diferente e seguirá índices étnicos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No entanto, a medida gera dúvidas nos reitores das universidades públicas brasileiras. “Seguramente haverá contestações: com ou seu decreto”, afirmou o dirigente da Andifes.
Suspensão

Lei das Cotas decreto regulamento

Na sexta-feira, a UnB (Universidade de Brasília) suspendeu as inscrições do 1º vestibular de 2013 e da 3ª etapa do PAS (Programa de Avaliação Seriada). Segundo o decano de Ensino de Graduação, José Américo Garcia, a decisão foi tomada, principalmente, para evitar que aumente o número de inscrições que precisarão ser refeitas quando o Ministério da Educação publicar decreto regulamentando a Lei de Cotas.

Com a decisão de suspender as inscrições do 1º vestibular de 2013 e da 3ª etapa do PAS, ficam suspensas também as datas previstas pelo edital, como a de realização das provas, marcadas para 8 e 9 de dezembro, no caso do vestibular, e 2 do mesmo mês para os concorrentes na 3ª etapa do PAS. O decano diz que ainda não é possível afirmar se haverá alteração destas datas. “Tudo depende do decreto”, afirma.

O encontro da Andifes nessa terça-feira, com caráter deliberativo, também discutirá questões ligadas ao acordo entre governo e a Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) para o fim da greve em agosto e a comissão da verdade sobre os crimes cometidos durante o período da ditadura no país (1964-1985).

fonte: uol

Cotas nas universidades já valem para próximo vestibular

Cotas nas universidades já valem para próximo vestibular. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reiterou nesta sexta-feira que a Lei das Cotas já vale para o próximo vestibular das universidades federais. Dessa forma, as instituições terão de reservar no mínimo 12,5% de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Conforme estabelecido pela lei, a proporção deverá chegar a 50% das vagas para esses estudantes dentro de quatro anos.

Lei das Cotas

A lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto passado, mas ainda depende de regulamentação. De acordo com Mercadante, um decreto deverá sair o “mais rápido possível”, provavelmente na próxima semana – o ministro discutiu o tema com reitores na quarta-feira.

“Todos os aspectos importantes já explicamos para os reitores, especialmente aqueles das universidades que já publicaram editais. Os que já publicaram editais terão de fazer ajustes para respeitar as cotas da lei. Como a maioria das universidades já tem uma política de cotas, os ajustes não têm um impacto muito relevante”

, disse o ministro após cerimônia em que foram anunciadas parcerias entre os governo brasileiro e alemão para o programa Ciência sem Fronteiras.

Vestibulares Cotas escolas públicas

Pelo menos 19 instituições já publicaram editais do próximo vestibular. “Há tempo (para mudar os editais) e o tempo será usado em favor daquilo que o Congresso aprovou por unanimidade”, afirmou o ministro.

As Leis das cotas Sociais

A Lei das Cotas estabelece que 50% das vagas reservadas para alunos de escolas públicas sejam para estudantes de famílias com renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (R$ 933). De acordo com Mercadante, o aluno vai autodeclarar a sua renda, mas terá de comprová-la na fase seguinte.

“Todas as universidades federais terão de fazer as adequações necessárias e o MEC vai dar todo apoio a essa implementação para que façamos da forma mais segura e tranquila”, afirmou o ministro.

“O decreto estabelece uma orientação geral, elas (as universidades) têm possibilidade de aprimorar todas as iniciativas que julgar necessárias.”

O ministro prometeu reforçar a política de assistência estudantil, ressaltando que o governo deve destinar para essa finalidade mais de R$ 650 milhões no próximo ano.

A lei ainda fixa que em cada instituição federal de ensino superior as vagas dos cotistas serão preenchidas por autodeclarados pretos, pardos e indígenas, em proporção no mínimo igual à verificada no Estado da instituição, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Escola sete indicadores da qualidade Educacional

Escola sete indicadores da qualidade Educacional. Para a escola ter quallidade, como diz o documento deve ter os sete indicadores de qualidade seguintes:

Sete indicadores da qualidade Educacional

Ambiente educativo

o ambiente deve ser interativo e educativo, de forma que os alunos se sintam confortavéis.

Prática pedagógica

o professor deve ter uma didática que permita mudanças de acordo commo momento, havendo com isso uma prática pedagógica de qualidade que seja flexivel.

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Avaliação

a avaliação deveria ser emancipatória, formal e informal ao mesmo tempo, o grande problema que temos com a avaliação é que ela e para dar nota, aprovar ou reprovar, se esta avaliação formal fosse feita com uma informal, de maneira articulada, teriamos mais aprendizado, do que memorização para tirar nota boa.

Gestão escolar democrática

a gestão de uma escola deve ser democratica dentro de um todo, em todos os sentidos.

Formação e condições de trabalho dos profissionais da escola

os professores são umas das categorias trabalhistas mais desvalorizadas do País, e sem valorização por parte dos governos, como esperar uma valorização por parte dos outros, o governo deveria investir mais em Educação do que com futilidades.

Espaço físico escolar

todos sabemos da realidades de nossas escolas, a exemplo as do Plano piloto, que não possuem um espaço físico adequado para as necessidades dos aluno.

Acesso, permanência e sucesso na escola

no Brasil já alcançamos quase 100% de acesso as escola de matrícula, o que ainda não conseguimos e fazer com que esses alunos permaneçam, por diversos motivos: trabalho, distancia, transporte, falta de interesse, etc. Já para um escola ter succeso depende se todos trabalham para que isso ocorra…Todos juntos-pais, alunos, professores, comunidade, direção, ou seja todos juntos para mudar a Educação do Brasil, e para ter uma Educação de qualidade. Escola sete indicadores da qualidade Educacional

ENCCEJA Presos e Condenados ou sob medidas socioeducativas

ENCCEJA Presos e Condenados ou sob medidas socioeducativas. As pessoas que se encontram privadas de liberdade na cadeia condenadas ou sob medidas socioeducativas também podem participar do exame. As inscrições são feitas pelo responsável pedagógico de cada unidade prisional ou socioeducativa, a partir do dia 27 de setembro até o dia 10 de outubro.

Para participar do exame, as unidades prisionais foram indicadas pelas Secretarias de Segurança Pública de cada estado ou pelos órgãos da administração penitenciária. No caso das unidades socioeducativas, a indicação foi feita pela Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Essas instituições indicaram também os responsáveis pedagógicos de cada unidade para serem responsáveis pelas inscrições e seu acompanhamento, inclusive pela solicitação de certificação.

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Os responsáveis pedagógicos terão acesso ao sistema de adesão das unidades e também ao sistema de inscrição desse público. É obrigatória, no momento da inscrição, a informação do número do registro da pessoa privada de liberdade ou do jovem sob medida socioeducativa na unidade.

O exame será realizado no dia 13 de maio.

Após a divulgação oficial dos resultados do exame, a pessoa privada de liberdade ou o jovem sob medida socioeducativa que obtiver a nota mínima indicada pelo Inep e a declaração de eliminação de componentes curriculares (por área de conhecimento), levando em consideração as resoluções próprias da Secretaria Estadual de Educação, indicada no momento da inscrição, poderá pleitear o certificado de conclusão de escolaridade.

O responsável pedagógico da unidade é o solicitante da certificação à secretaria educação bem como o responsável pela veracidade e atualização dos dados informados na inscrição.

FONTE: INEP

ENCCEJA As bases educacionais

ENCCEJA As bases educacionais. Os brasileiros têm ampliado sua escolaridade. É o que demonstra o Censo 2000, em recente divulgação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fato a comemorar é a ampla freqüência às escolas do nível fundamental que, no ano 2000, acolhiam 94,9% das crianças entre 7 e 14 anos.

ENCCEJA As bases educacionais

Pode-se afirmar, portanto, que o Ensino Fundamental, no Brasil, é quase universal para a faixa etária prevista e correspondente. Além disso, comparando-se dados de 1991 e 2000, há crescimento na freqüência escolar em todos os grupos de idade.

Persiste, entretanto, um contingente populacional jovem e adulto que carece da formação fundamental. Segundo o referido enso, 31,2% da população brasileira com mais de 10 anos de idade tem apenas até 3 anos de estudo; logo, cerca de um terço dos brasileiros (mais de 50 milhões de pessoas) não concluíram nem a primeira parte do Ensino Fundamental.

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Esses cidadãos que não tiveram possibilidades de completar seu processo regular de escolarização, em sua maioria, já são adultos, inseridos ou não no mundo do trabalho, e têm constituído diferentes saberes, por esforço próprio, em resposta às necessidades da vida. Nesse sentido, assinala-se, nos termos da Lei, o direito a cursos com identidade pedagógica própria àqueles que não puderam completar a alfabetização, mas, que, ao pertencerem a um mundo impregnado de escrita envolveram-se, de alguma forma, em práticas sociais da língua. É desse modo que se pode entender que o analfabeto possui um certo conhecimento das linguagens, ao assistir a um telejornal (que usa, em geral, a linguagem escrita, oralizada pelos locutores), ao ditar uma carta, ao apoiar-se numa lista mental de produtos a serem comprados ou ao reconhecer placas e outros sinais urbanos. Evidencia-se, assim, importância de reconhecer, como ponto de partida, que o estilo de vida nas sociedades urbanas modernas não permite grau zero de letramento.

Há uma possibilidade de “leitura do mundo” em todas as pessoas, até para aquelas sem nenhuma escolarização.

O Censo Escolar realizado pelo Inep indica um total de 3.410.830 matrículas em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em 1999. Desse total, mais ou menos 1.430.000 freqüentam cursos correspondentes ao segundo segmento do ensino fundamental, de 5ª a 8ª série.

Nesses cursos, encontra-se um público variado e heterogêneo, uma importante característica da EJA. Entre eles, há uma parcela dos jovens de 15 a 17 anos de idade freqüentando a escola e que, segundo o IBGE, representa quase 79% da população dessa faixa. Os demais 21%, por diversos motivos, mas principalmente por pressões ou contingências socioeconômicas, deixaram precocemente o ambiente escolar.

fonte: ENCCEJA livro do professor